segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Salve a mulatada brasileira.Todo dia é dia de Preto!

Homenagem ao Cacá negão

Sonia Guajajara, da COIAB, entrega Motoserra de Ouro a Kátia Abreu

Sonia Guajajara, vice-coordenadora da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira-COIAB, entrega uma motosserra à Senadora Katia Abreu, em Cancún: "Este é o troféu motossera de ouro pelo reconhecimento do que está fazendo com as florestas e os povos indígenas no Brasil".


A senadora Kátia Abreu recebeu ontem em seu hotel, em Cancún, o prêmio Motosserra de Ouro, por sua defesa ferrenha de mudanças no Código Florestal, em prol de mais desmatamentos no Brasil.

Líder da bancada do agronegócio no Congresso e fiel defensora das propostas de mudanças no Código Florestal brasileiro, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) recebeu das mãos de Sonia Guajajara, vice-coordenadora da COIAB, o prêmio Motosserra de Ouro, símbolo de sua luta incansável pelo esfacelamento da lei que protege as florestas do país.

A senadora recusou o troféu, visivelmente irritada, e deixou para a ativista apenas os comentários irônicos de seus assessores. A condecoração serviu para lembrar aos ruralistas defensores do relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que prevê alterações na lei, que essa proposta representa uma grave ameaça ao ambiente.O projeto ruralista anistia desmatadores e reduz o tamanho da área que o proprietário de terra e o Estado estão obrigados a conservar para o bem público. Fazendas, dependendo do tamanho, ou serão dispensadas de ter árvores ou poderão ter menos do que devem atualmente. O projeto também diminui as faixas de floresta em beiras de lagos e rios e em encostas, que além de servir como corredores de biodiversidade evitam enchentes, deslizamentos e protegem a qualidade da água.

Caso a turma da motosserra consiga mudar a lei nos termos em que pretendem, tornarão inviável para o Brasil honrar as metas de queda de desmatamento assumidas em Copenhague, na COP15, que preveem a redução até 2020 de 36% a 39% de nossas emissões de gases-estufa. A proposta prejudica também as negociações sobre Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), que institui o pagamento para a conservação de floresta para quem vive nela. “Se o Brasil legalizar mais desmatamentos, o custo da conservação aumentará muito e pode tornar a aplicação do REDD no Brasil inviável”, explica André Muggiati, representante da Campanha Amazônia do Greenpeace na COP16.

A bancada da motosserra continua lutando nos bastidores para que um novo e enfraquecido código seja votado a qualquer preço, ainda este ano. Querem que algo tão importante para o Brasil seja decidido já, por uma Câmara em fim de mandato, e sem a devida discussão com a sociedade. “As alterações no Código Florestal representam um retrocesso em uma das legislações florestais mais avançadas do mundo”, diz Muggiati.

Este protesto teve o apoio do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) e a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB).

Feliz Natal?

Em um apelo ao espírito natalino, um grupo de ONGs, entre elas o Greenpeace, levou Papai Noel até Cancún para ajudar a impedir que a bancada do agronegócio empurre suas propostas de mudança no Código Florestal goela abaixo dos brasileiros.

O bom velhinho ficou nesta manhã na porta do Cancun Messe, um dos prédios onde acontece a COP16, entregando mudas de árvores aos que passam, acompanhado de ativistas com dois cartazes, em português e inglês, onde se lia “Mudar o Código Florestal = Um Natal sem árvores”. Se as alterações no código forem aprovadas no Congresso, o Brasil pode se preparar para, no futuro, celebrar Natais com bem menos áreas de florestas.

O Papai Noel em Cancún teve como parceiros o Observatório do Clima, o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA) e a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), além do Greenpeace.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

DEU NO JUVENTUDE EM PAUTA POR LEOPOLDO VIEIRA

Nasce o novo Conjuve


Gabriel Medina, com 38 votos a 16 sobre João Vidal, foi eleito ontem o novo presidente do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve). Ele era candidato apoiado pelo Fórum Nacional de Movimentos e Organizações Juvenis, o FONAJUVES, mas também recebeu os votos da CONTAG, da Rede de Jovens do Nordeste e da Juventude da CUT. Vidal era o vice-presidente do órgão, na gestão de Danilo Moreira, também Secretário Nacional de Juventude do Governo Federal, que se encerrou ontem.

Gabriel Medina é da Democracia Socialista (tendência interna do PT), tem larga trajetória no movimento estudantil e pelas políticas públicas de juventude, compondo a geração que impulsionou esse tema no Brasil, com muito esforço, seja em governos, parlamento, sociedade civil e organizações políticas, que privilegiavam a interlocução e a intervenção quase que exclusivamente com o movimento estudantil.

A candidatura dele estava sendo costurada e articulada há um certo tempo e isso deu uma grande vantagem - aliada a uma boa e representativa plataforma política muito previamente divulgada- para o resultado que já era relativamente esperado. Porém, seus 24 votos, na "largada" causou certa surpresa, revelando que o planejamento da ação, com política com começo, meio, fim, foco, tática e estratégia são - diria o clichê - é a "chave do sucesso".

Habilidoso e competente, na formulação e na articulação política, tenho certeza de que meu amigo pessoal e companheiro de muitas batalhas, Gabriel Medina, será uma liderança que não passará em branco no Conjuve, assim como meus também camaradas valorosos Danilo Moreira e David Barros , que, respectivamente, o antecederam.





Surpresa

Mas, a grande surpresa da eleição foi a candidatura de João Vidal, dirigente da UGT; composta pelo campo político influenciado pela JSB, JCNB (maioria petista), JS/PDT e JPMDB, que, com 16 votos, foi ao segundo turno, deixando fora a chapa liderada pelo espectro político influenciado pela UJS e juventude do novo Partido Pátria Livre (ex-MR-8), no qual se inserem grandes entidades como a UNE e a UBES. Ela obteve obteve 15votos.

Todos apostavam na retirada da candidatura de João Vidal, pelo poder de atração dos pólos considerados mais potentes, mas os conselheiros assistiram o nascimento, sim, de um novo pólo político, indubitavelmente forte para influenciar o destino das PPJs dfo Governo Federal, nos estados, muncípios e sociedade civil, a ser desenvolvido e fortalecido, claro, sem sectarismos e confusão política.

Postado por Leopoldo Vieira às 11:19 AM

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

DEU NO BLOG MILITANCIA VIVA - POSTADO POR EDUARDO BUERES

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010GUERRILHA DO ARAGUAIA: BRASIL E CONDENADO




A lei da anistia não impede a punição dos responsáveis


Brasil é condenado na OEA e responsabilizado pelo desaparecimento entre 1972 e 1974, sem investigações de 62 pessoas na região do Araguaia



Corte Interamericana de Direitos Humanos determina que o Estado deve investigar os fatos ocorridos na época da guerrilha do PCdoB na região

A Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o Brasil por sua responsabilidade pelos desaparecimentos de 62 pessoas, ocorridos entre 1972 e 1974, na região conhecida como Araguaia.

Na ocasião, a chamada Guerrilha do Araguaia, formada por militantes do PCdoB, foi duramente reprimida pelo Exército brasileiro, sob o comando da ditadura civil-militar que havia se instalado no país em 1964. Em sua sentença, a Corte IDH determina que o Estado brasileiro investigue penalmente os fatos por meio da Justiça ordinária, já que, segundo a corte, “as disposições da Lei de Anistia que impedem a investigação e sanção de graves violações de direitos humanos são incompatíveis com a Convenção Americana e carecem de efeitos jurídicos”.

Assim, a Lei de Anistia não representaria um obstáculo para a identificação e punição dos responsáveis. A Corte Interamericana já notificou a respeito de sua sentença o governo brasileiro, os representantes das vítimas e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

Além disso, a Corte IDH determinou que o Brasil também é responsável “pela violação do direito à integridade pessoal de determinados familiares das vítimas, entre outras razões, em razão do sofrimento ocasionado pela falta de investigações efetivas para o esclarecimento dos fatos”.

Para completar, o órgão conclui, igualmente, que o país é responsável pela violação do direito à informação estabelecido na Convenção Americana, devido à “negativa de dar acesso aos arquivos em poder do Estado com informação sobre esses fatos”. Por outro lado, reconheceu as iniciativas e medidas de reparação que vêm sendo adotadas.



Fonte:Blog do Celso Jardim

Postado por Eduardo Bueres

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"OS RATOS SÃO SEMPRE OS PRIMEIROS A ABANDONAR O NAVIO."



Mal acabou o Governo, já tem militantes da DS tendência interna do PT pulando fora do barco. Um certo militante da JDS/ de Ananindeua movimento estudantil Kizomba, que na eleição do DCE na Ufpa estava fazendo campanha para chapa 2 do PSOL e PSTU. 
Será que dessa vez vai rolar "cabeças"?



Parauapebas receberá investimentos do PAC-2.

Deu no http://blogdajoelmaleite.blogspot.com/


 


Lula anuncia 315 milhões para obras de saneamento no Pará

O Pará foi um dos estados selecionados para receber recursos do PAC 2. O governo federal vai destinar 315 milhões de reais para investimentos em obras de abastecimento de água nas cidades de Belém, Santarém, Marabá, Ananindeua, Castanhal, Breves, Marituba, Paragominas e Parauapebas.

A informação foi divulgada na cerimônia que anunciou os projetos aprovados para a 2ª versão do Programa de Aceleração do Crescimento - o PAC 2 - nas modalidades Social e Urbano, nesta segunda-feira (6), em Brasília. O evento reuniu centenas de autoridades, entre elas, a governadora Ana Júlia Carepa.

O eixo social e urbano obteve um aumento de recursos de 63% em relação à primeira edição do PAC. Agora consta de 13 temas, com ampliação da capacidade de investimento em infraestrutura urbana no país para ações de educação, saúde, segurança, esporte e lazer, desenvolvimento social, entre outros.